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quinta-feira, 19 de abril de 2018

CONTOS ERÓTICOS - NOITE ALUCINANTE


Sou casado com uma mulher sensacional: Bela, feliz, de bem com a vida e muito, muito gostosa. Temos uma ligação espiritual muito forte e algo de pele que nos liga. Tenho muito excitação por ela e sinto que ela por mim. Essa ligação, este excitação dura mais de 13 anos e fica cada vez mais forte.
Recentemente temos alimentado algumas aventuras: Fomos a uma casa de swing - transamos apenas entre nós dois e nos divertimos muito vendo outros casais e suas loucuras, ficamos imaginando outras pessoas em nossa cama - ela com outro eu com outra, ela com outra...
Vou contar-lhes o que ocorreu dia destes.
Estávamos em um bar onde tocava uma banda de pop, muita gente bonita, boa conversa, bebidas... Lá estávamos nós: Ela, maravilhosa como sempre, com um mini vestido branco que ela usa quando quer me deixar louco, com suas pernas deliciosas bem torneadas e que chamam muita atenção, sua bela tatuagem próxima ao tornozelo e na outra perna uma tornozeleira sensualmente feminina.

sábado, 17 de março de 2018

CONTO - CONVENCI MINHA MULHER A DAR PRA OUTRO

Olá, meu nome é Paulo e a história que vou contar é incrível e aconteceu comigo há um mês.
Considero-me um cara de muita sorte, tenho trinta anos e sou empresário em São Paulo onde moramos.
Sou casado há seis anos com a Cláudia, uma lourinha gaúcha de vinte e cinco anos. Eu, até então, era o único homem com quem ela tinha transado, pois começamos a namorar quando ela tinha quinze anos e eu tirei seu cabacinho.
Por ser mais experiente que ela ensinei-lhe tudo o que ela precisaria saber na cama.
A Cláudia tem 1,73 de altura, 65 kg muito bem distribuídos em um corpo maravilhoso e malhado de quem frequenta academia três vezes por semana. Seus cabelos loiros são compridos até à altura dos ombros, tem as coxas deliciosamente grossas, a bundinha durinha, redondinha e absurdamente arrebitada. Seus seios são cheinhos, (sem exagero), redondos e empinadinho e os biquinhos, quando excitados, ficam tão durinhos que parecem querer furar a blusa.

Ainda não temos filhos, por isso temos certa liberdade e saímos sempre. Gostamos muito de sexo e abusamos de nossa criatividade na cama.
Certa vez fui buscá-la na academia. Ela estava usando uma calça legging bem colada, definindo cada curva de seu lindo corpo e mostrando sua bocetinha saliente formando aquela testa que nós homens adoramos ver e notei que aqueles caras fortões a devoravam com os olhos e inexplicavelmente, não senti ciúmes e, muito ao contrário, fiquei com o pau super duro.
Naquela noite transamos como doidos. Eu imaginava um daqueles caras metendo na Claudinha e era invadido por um tesão maluco e meti como nunca naquela bocetinha gostosa.
- Nossa! Mas o que foi que aconteceu com você?
Ela perguntou quando já íamos para a terceira.
- Que tesão doido é esse?
Daquele dia em diante, eu passei a alimentar o desejo de ver minha mulher dando para outro homem. Pesquisei tudo sobre o assunto e li muitos relatos.

terça-feira, 13 de março de 2018

Contos Eróticos - NÃO RESISTI AOS GAROTOS


Meu nome é Luciana, tenho 35 anos, sou Loira, de olhos claros, cabelos bem compridos. Tenho 1,60m, 56kg, gosto de me exercitar, tenho uma bundinha empinadinha, coxas grossas, seios pequenos. Rogério, meu marido, tem 38 anos, 1,75m, e é bem bonito, não temos filhos. Nosso relacionamento é bem resolvido sexualmente e somos um ótimo casal.


Moramos em Natal e estamos casados há oito anos. Somos de Santa Catarina, e viemos para Natal em busca de novos campos profissionais. Logo que chegamos, parecíamos turistas, e queríamos conhecer as belezas do lugar. Como Rogério trabalhava durante toda a semana fizemos um trato: eu iria conhecendo os lugares e depois nos finais de semana iríamos juntos aos que mais tivessem me agradado. Adoro praia, e a ideia era principalmente conhecer as praias da região. As praias são maravilhosas e pela época do ano, estavam bastante desertas.

Foi no dia em que resolvi visitar a praia do Cocal que é uma praia linda, de uns dois quilômetros de orla, toda margeada por coqueiros, que conheci Márcia, seu filho Bruno e o amigo dele Felipe. Márcia era de São Paulo, tinha alugado uma casa junto com sua irmã e o marido dela, bem na beira do mar, pra passar as férias.

Apesar da imensidão de praia pra ficar, as pessoas se reuniam perto da única barraca de praia existente, pra poder tomar uma água, ou comer alguma coisa, e também por causa da ducha com água doce que o dono da barraca pôs para os fregueses. Foi ali que nos conhecemos. Comentamos sobre a beleza da praia, e ela me perguntou de onde eu era por causa do sotaque e assim começamos a conversar sobre amenidades.
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