Sou casado com uma mulher sensacional: Bela, feliz,
de bem com a vida e muito, muito gostosa. Temos uma ligação espiritual muito
forte e algo de pele que nos liga. Tenho muito excitação por ela e sinto que
ela por mim. Essa ligação, este excitação dura mais de 13 anos e fica cada vez
mais forte.
Recentemente temos alimentado algumas aventuras:
Fomos a uma casa de swing - transamos apenas entre nós dois e nos divertimos
muito vendo outros casais e suas loucuras, ficamos imaginando outras pessoas em
nossa cama - ela com outro eu com outra, ela com outra...
Vou contar-lhes o que ocorreu dia destes.
Estávamos em um bar onde tocava uma banda de pop,
muita gente bonita, boa conversa, bebidas... Lá estávamos nós: Ela, maravilhosa
como sempre, com um mini vestido branco que ela usa quando quer me deixar
louco, com suas pernas deliciosas bem torneadas e que chamam muita atenção, sua
bela tatuagem próxima ao tornozelo e na outra perna uma tornozeleira
sensualmente feminina.
Os belos seios provocantemente saindo pelo decote
generoso. Eu a abraçava por trás e roçava sua bunda deliciosa, provocando-a.
Ela cada vez mais excitada e liberada pela bebida, rebolava em minha pica,
provocando-me sensualmente. Em dado momento percebi que ela olhava mais
fixamente em direção a um rapaz há alguns metros, próximo ao balcão.
Ele deveria ter próximo a 1,90 m, moreno, corpo
malhado, forte, mãos grandes, cabelos bem ralos, trajava calça jeans e camiseta
preta. Não me preocupei, afinal também olhava algumas garotas deliciosas do
local. Até que em dado momento percebi que o flerte ficou mais direto. Eu
estava de lado olhando para a banda e por acaso virei para a direção do balcão
e notei o sorriso do rapaz em nossa direção.
Minha esposa estava sorrindo discretamente, com
aquele jeito de garota travessa. Fiquei na minha... Após certo tempo ela disse
que iria ao toalete e saiu em direção ao balcão por onde precisaria passar.
Virei-me para outro lado propositalmente para deixar o cara à vontade e ver no
que daria... Não deu outra, ele discretamente acompanhou-a com os olhos,
medindo-a de cima abaixo. Quando ela voltou, disse-lhe que era minha vez e que
ela fosse ao balcão buscar uma bebida para nós.
Demorei um pouco e esquivei-me da entrada do toalete,
ficando ao lado de uma coluna de frente para o balcão onde poderia vê-la. Ela
dirigiu-se a um dos lados do balcão e o rapaz fez um sinal chamando-a ela
sorriu e virou seu rosto para o garçom. Ele fez uma brincadeirinha e dirigiu-se
para ficar próximo dela, se apresentaram, ele lhe deu um carinhoso beijo no
rosto, ela meio desconcertada e preocupada comigo, pois não tirava os olhos da
saída do toalete.
Ele pegou um guardanapo e escreveu o telefone. Ela
pegou-o e guardou em sua bolsa. Quando ela virou-se para retornar ao local onde
estávamos, rapidamente dirigi-me para a saída do toalete e dali voltei para seu
lado. Ela nada comentou sobre o ocorrido e hora tentava não olhar para o rapaz,
hora virava-se de costas para mim e ficava olhando naquela direção.
Até que resolvi tomar frente. Fui pegar bebidas e
quando chegava ao balcão, discretamente fiz sinal para que o rapaz virasse para
o lado do barman. Perguntei-lhe:
- Gostou do “material”?
Ele desculpou-se, dizendo que no início não sabia
que ela estava acompanhada e blábláblá... Eu falei para ele:
- Tudo bem. Se quiser poderíamos tentar seduzi-la e
quem sabe realizaríamos nossa primeira relação amorosa a três.
Ele espantou-se e disse:
- Se você não se incomodar eu adoraria, pois ela é
demais e fiquei louco de excitação por ela.
Agora eu tinha um problema, pois sempre que eu
comentava de fazermos uma “festinha” ela nunca concordava sempre fora reticente
com a ideia. No fundo sei que ela adoraria, mas sua educação a leva a ter essa
postura, o que é perfeitamente compreensível. Resolvi arriscar tudo: falei para
o rapaz que esperasse eu chegar até minha esposa e se dirigisse até nós
discretamente.
Fui até ela e a virei para que não notasse a
chegada de nosso amigo. Ele veio e ao se aproximar, falei ao ouvido dela:
- Eu tenho um presente para você e ficaria muito
feliz se resolvesse aceitar.
Ela perguntou-me:
- O que é?
Eu a virei de costas para mim, fazendo-a ficar cara
à cara com nosso novo amigo. Ela não entendeu nada, eu disse a ela:
- Percebi o interesse entre vocês e que se você
quiser poderíamos conhecer-nos melhor.
Ela ficou meio arredia, meio desconcertada, mas
nosso amigo ofereceu-lhe uma bebida e quebrou o gelo. Sentamo-nos em uma mesa
próxima e começamos a conversar animadamente, todo impacientes e sem saber onde
acabaria aquilo tudo. Em dado momento, coloquei minha mão sobre a coxa
deliciosa dela e fui subindo, olhando fixamente seus olhos. Ela fitou-me e
fechou os dela quando encontrei sua minúscula calcinha preta totalmente
encharcada. Fui até seu ouvido e sussurrei:
- Vamos sair daqui, nós três?
E ela:
- Você é louco?
Falei:
- Louco, eu? Louca está você. Louca por uma noite
inesquecível... Vamos? Estou contigo, ao seu lado... Quero te ver feliz.
Ela:
- Ai... sei lá... não sei...
Virei para o nosso amigo:
- Vamos para um lugar com menos barulho?
Ele:
- Vamos.
Pegamos nosso carro e fomos em direção ao primeiro
motel que encontramos... Entramos e já agarrei a deliciosa, dando-lhe um beijo
ardente e apaixonado.
Nosso amigo juntou-se à nós e abraçou-a por trás,
beijando a bela tatuagem em sua nuca, levando-a a suspirar profundamente. Ele
apalpava sua bunda e deliciava-se em suas coxas enquanto eu apertava seus seios
e tocava sua bucetinha sobre a calcinha... Ela estava em êxtase.
Fui levando-a para a cama onde a deitei e ficamos
beijando-a por inteiro. Nosso amigo foi descendo sua boca pelos seios, ventre e
arrancava-lhe a calcinha enquanto subia seu minúsculo vestido preto que
contrastava com sua pele branca e suave. Chegou à bucetinha e começou a lambê-la.
Ela não é muito fã de oral nela, mas entregou-se completamente. Ele a chupava e
dedilhava enquanto eu a beijava e bolinava seus seios. Ela desesperada tentava
pegar meu cacete e eu fazia charme, evitando, deixando-a cada vez mais sedenta.
Nosso amigo estava muito competente pois ela
delirava de tesão. Resolvi afastar-me para assistir à cena. Ela agarrando o
lençol quase rasgando-o enquanto nosso amigo a fodia com a língua e dedos. Ela
gozou, e fartamente, com um grito delicioso. Como de costume ela respirou,
recuperou o fôlego e foi retribuir. Ela é muito boa no oral.... Ela sentou-se e
nosso amigo, em pé, teve sua braguilha aberta. Ela assustou-se com o tamanho.
Não tenho a pica pequena, mas a de nosso amigo era maior e mais grossa até que
o consolo que minha esposa usa em nossas brincadeiras.
Deveria ter uns 20 cm, grosso, com uma cabeça bem
maior que a minha. Ela me olhou com aquela cara de safada e caiu de boca... Ela
é mestre nisso. Começou lambendo a cabeçorra e punhetando a vara. Colocava cada
vez um pouco à mais em sua boca e chupava gostoso. Ela parou e me chamou pois
queria me chupar também.
Eu disse para ela aproveitar mais um pouco a
novidade... Ela continuou e alguns minutos depois juntei-me a eles. Ela dizia:
- Isso é uma loucura. Você é doido. Mas estou
adorando.
Nosso amigo já não se aguentava mais. Então peguei
uma camisinha e dei a ele. Ela tomou-lhe e colocou-a cuidadosamente, apertando
cada centímetro daquela tora. Ela deitou-se e ele foi por cima, num início bem
papai-mamãe. Ele colocou a cabeça da piroca na entrada da bucetinha e ela
olhando, ajudou abrindo os lábios... Ele forçou e ela, apesar de excitadíssima
sentiu um certo desconforto na entrada, pois ele era realmente grosso. Ele
soltou um gemido ao sentir ele entrando.
Nosso amigo foi colocando lentamente, cm a cm e ela
suspirou e cravou as unhas nos braços dele. Daí então ele começou o vai e vem.
Ela gosta de pegada forte e ele percebeu. Segurou-a na bundinha e socava
firmemente e ela delirava, virou-se para mim e chamou-me para colocar meu pau
em sua boca e eu não fui e falei:
- Quero que você aproveite um pouco mais.
Dava para ouvir o choque dos corpos deles, ela
começou a gozar e ele meteu mais rápido, até ela amolecer... Ele parou um pouco
e tirou a tora, deitando ao lado dela... aproximei-me, beijei-a e perguntei se
ela havia gostado:
- Claro cachorro... E sorriu.
Eu peguei sua mão coloquei em meu pau e ela
ajeitou-se para chupá-lo.
Nosso amigo levantou-se, colocou-a de 4, segurou
firmemente suas ancas e penetrou-a profundamente. Ele deu um gemido forte e
começou a chupar minha rola com vontade.
Ele socava toda a tora enorme e ela gemia cada vez
mais forte, dedilhando seu clitóris. Gozou uma, duas e na terceira vez, gozou
juntamente com nosso amigo, que acabara de colocar um dedo em seu rabinho.
Caímos na cama, eu ainda de pau duro, e os dois,
exaustos.
Abrimos uma cerveja e começamos a conversar. Após
alguns minutos ela foi tomar uma ducha e ele logo após. Depois de uns 5 minutos
comecei a ouvir uns gemidinhos animados no banheiro e fui lá. Ela estava com o
rosto encostado na parede e ele socava a rola nela por trás, ela com uma cara
de felicidade só gemia. Entrei e quis participar. Ficamos revezando, hora ele
hora eu metíamos naquela buceta gostosa. Resolvemos voltar para a cama. Ele
deitou-se com sua rola enorme apontada para cima e ela subiu e começou a
cavalgá-lo. Eu dei minha rola para ela chupar que o engolia todo.
Resolvi tirar uma foto da situação. Ele pegava sua
bunda e a abria, puxando-a para baixo com força e ela gemia alto. Ele colocava
o dedo em seu rabinho, preparando-o para uma possível enrabada. Ele saiu
debaixo dela, colocou-a de 4 novamente e socou forte. Ela gemeu forte, sentei à
frente dela dei minha rola para chupar.
Ela lambia de cima abaixo, colocava as bolas na
boca e gemia forte a cada estacada de nosso amigo. Ele retirou a rola e desceu
sua língua para o anelzinho dela... Ela rebolava e ele enfiava a língua no
rabinho dela... daí passou para um dedo no cuzinho e dois na buceta, ela
chupava meu pau cada vez com mais violência, quando ele se preparou para
penetrá-la atrás, ela virou-se e falou que eu iria primeiro, pois o dele era
muito grande. Ele passou para a frente e eu fui por trás. Como ela já estava
bem preparada, comecei colocando devagarzinho para deixá-la mais confortável.
Aos poucos coloquei tudo e fiquei parado para ela acostumar-se, então comecei
com o vai e vem lentamente. Ela dizia:
- Isso cachorro, fode o rabo da tua esposinha,
fode....
Eu comecei a socar com força e ela engolia o que
conseguia da caceta de nosso amigo. Estava bom demais. Puxei seus cabelos e
soquei fundo. Falei ao ouvido dela:
- Quer sentir essa picona no seu rabinho, quer
safada?
- Quero, quero cachorro...
Chamei nosso amigo e ele postou-se atrás dela e foi
forçando... Ela colocou as mãos para trás e ajudou abrindo as nádegas. Ela
gemeu alto quando a cabeçorra entrou e esticou-se ao sentir aquele volume que
parecia não acabar nunca.
Fui ao banheiro, lavar-me pois estava sem camisinha
e ouvia as socadas dele e os gemidos de minha esposa. Voltei e dei meu pau para
ela chupar. Ela gozou umas duas vezes.
Ele trocou a camisinha deitou-se e puxou para cima
dele. Socou firme enquanto abria as nádegas dela. Percebi a intenção e coloquei
meu dedo... Ela disse-me:
- Ta querendo, né safado?
Então ela deitou seu corpo sobre o dele e o
beijava, arrebitando sua bundinha para mim. Comecei a penetrá-la, com certa
dificuldade pois o cara era grande. Quando entrou tudo ela praticamente
berrava. Começamos um movimento coordenado, ele entrava e eu saía e vice-versa.
Ela entrou em êxtase. Gozava uma vez após a outra, não tinha fim. Finalmente
não aguentei, enchi o rabinho dela de porra. Ele saiu debaixo dela e disse que
queria gozar naquele rabinho também. Ela abriu as nádegas para ele que socou
firme e dizia:
- Adoro comer o cuzinho de uma casadinha safada e
gostosa como você... Está gostando putinha, está?
- Sim. Fode meu rabinho, fode...
- Quer que eu goze no seu rabinho na frente do seu
marido, putinha?
- Sim, goza safado gooozaaaa....
E teve outro orgasmo.... Ele acelerou a metida, com
suas mãos grandes puxando a bunda dela de encontro a seu corpo, as bolas
batendo em sua buceta e quando percebeu que não aguentaria mais, tirou a rola
do rabinho dela, retirou a camisinha e deu o pau para ela chupar, gozando
fartamente na boca de minha safada.
Que transa...
Trocamos telefone e estamos aguardando uma nova
oportunidade de repetir esta aventura fantástica.




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